Can anyone tell me please ?
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“Eu não sei o que quero.”

Aí você está com TPM e justo quando você mais precisa de amor e paciência, todo mundo resolve ser filho da puta com você.





“Foi então que eu descobri. Ela está exatamente no mesmo lugar que eu agora, pensando as mesmas coisas, com preguiça de ir nos mesmos lugares furados e ver gente boba, com a mesma dúvida entre arriscar mais uma vez e voltar pra casa vazia ou continuar embaixo do edredom lendo mais algumas páginas do seu mundo perfeito. A verdade é que as pessoas de verdade estão em casa. Não é triste pensar que quanto mais interessante uma pessoa é, menor a chance de você vê-la andando por aí?”

“Amava seus erros assim como amava os acertos, porque o que eu amava, enfim, era você.”

“E só eu sei o quanto doeu ver a melhor coisa do mundo indo embora.”

  • Garotinho: Você é um anjo?
  • Eu: O que?
  • Garotinho: Minha mãe me disse que aqueles que têm os pulsos marcados são anjos.
  • Eu: Eu não sou um anjo.
  • Garotinho: É claro que você é. Mamãe disse que só os anjos se cortam, porque eles não gostam de vida na Terra. Eles tentam se matar para retornar ao paraíso. Eles são muito sensíveis à dor do outro e deles mesmo.
  • Eu: Você sabe, sua mãe é muito sábia.
  • Garotinho: Obrigado. Ela também é um anjo, mas já voltou para casa.




“Às vezes estou por cima, às vezes estou por baixo. Mas estou sempre por alguma coisa. Por alguém. Por aí. Por você. Pelos metrôs. Por uma coisa diferente. Pela coisificação dos romances.”

“É isso que eu gosto em você, seu realismo, sua espontaneidade, sua falta de modos. É isso que eu acho bonito numa pessoa, você vive sua vida, aceita suas limitações, não dá muita bola para o que os outros vão achar. Às vezes eu acho as pessoas tão igualmente diferentes, sempre pendurando arengas no pescoço e fazendo um esforço tremendo para parecer legal. Você é você. Estou certo que existem almas formidáveis por toda a cidade, mas se eu fui gostar logo de ti, isso quer dizer alguma coisa.”